Imagem: Tele.Síntese/Divulgação
O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) ampliou o acordo com a Microsoft para aquisição de produtos da empresa pela administração pública. A atualização, divulgada nesta segunda-feira, dia 30, elevou os descontos aplicados a diferentes soluções e ampliou o número de itens incluídos no catálogo de Preços Máximos de Compra de Item de TIC (PMC-TIC).
Entre as alterações, o desconto para Microsoft 365 Copilot e Copilot Studio passou de 5% para 10%. No caso do Office 365 E1 Plus e de seus derivados, o percentual subiu de 21,85% para 35%. Para os demais produtos do catálogo, o governo informou desconto de 15,35%.
Segundo a Secretaria de Governo Digital, a revisão do acordo tem potencial de gerar economia de R$ 38 milhões nas contratações previstas para 2026 com produtos da Microsoft. O cálculo considera o volume de gastos projetado para o ano a partir do valor inicial previsto, sem incluir reduções adicionais obtidas nos processos licitatórios.
Catálogo passa de 1.853 para 2.007 produtos
O acordo também ampliou a quantidade de soluções incluídas no catálogo. O total passou de 1.853 para 2.007 produtos de software, entre itens de subscrição e de licenciamento perpétuo.
De acordo com o governo, a medida alcança diretamente mais de 250 órgãos do Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação (SISP) e mais de 280 órgãos de outros Poderes e entes que aderiram ao acordo.
O MGI informou ainda que, em 2025, o acordo com a Microsoft resultou em economia potencial de R$ 15 milhões, conforme relatório de monitoramento publicado pela Secretaria de Governo Digital no Gov.br.
Preços máximos orientam licitações de tecnologia
O ministério mantém acordos desse tipo com empresas de tecnologia para definir limites de preços a serem praticados em licitações da administração pública federal na área de TIC. Depois, os catálogos são publicados na plataforma gov.br e devem ser seguidos pelos órgãos do SISP.
Além da Microsoft, o MGI informou manter acordos com Suse, Red Hat, Qlik, Google e ESRI. Órgãos de outros Poderes e demais entes federados também podem aderir a esses instrumentos para futuras contratações das soluções listadas.
*Fonte: Tele.Síntese

